
Primeiro uma vontade, depois se tornou um sonho e agora tem forma, gosto e cheiro.
Um restaurante com a comida típica do pantaneiro, busca resgatar e oferecer não só o sabor mas a cultura pantaneira, com seus personagens, histórias, costumes...
Sem dúvida a culinária por si é uma das mais ricas formas de expressão cultural, pois através dela podemos atingir melhor compreensão da história e de como vive uma determinada comunidade. O habito alimentar acompanha a própria história de um povo, e aliado a isto, nossos ambientes contam um pouco das histórias engraçadas, curiosas e tristes de uma região que já foi Paraguai.
Nosso principal objetivo foi juntar sabor e história para marcar em cada pessoa que por aqui passa: no turista, alertá-lo do que encontrará ao adentrar terras pantaneiras; nos executivos e políticos que vêem até Campo Grande, instigá-los a retornarem rumo ao Pantanal; no campo-grandense trazer à memória nossas raízes e no pantaneiro que aqui vive, trazer um gosto de saudade.
O Ambiente
O layout está fundamentado na comitiva e nas habitações típicas do pantanal.
Materiais:
Utilizamos materiais da região nos remetendo aos “ranchos” de pouso para comitivas e habitações típicas.
A habitação folclórica mais comum é feita de paredes de palmeiras encontradas na região como o taquarussu e o bacuri, com cobertura de folhas de bacuri, carandá e sapé, equipada de forno de barro, fogão a lenha jirau, e piso de cimento queimado,ou chão batido.
Elementos Decorativos:
Fogão à lenha:
Idealizamos um ambiente que convide ao aconchego, à conversa no “pé” do fogão de lenha, lembrando as rodas em torno da fogueira da comitiva.
Broacas:
Caixas envolvidas com couro de boi onde são guardados todos os apetrechos da cozinha.
Braseiro:
Hábito aprendido com os índios de preparar o churrasco no chão. Utilizaremos uma versão moderna com estrutura de tijolos onde os espetos são colocados na vertical.
Monjolo:(Pilão D’Água)
Aparelho hidráulico rudimentar, usado pelos pequenos lavradores para reduzirem a farinha
O Museu
Objetos antigos que remetem ao passado do nosso Estado e aos costumes que até hoje vemos em nossas fazendas decoram nosso espaço da “memória “